quinta-feira, 12 de outubro de 2017

Karma não é sofrimento


Karma não é sofrimento, é aprendizado A palavra karma tornou-se popular em nosso vocabulário, mas poucos sabem do que estão falando. Alguns acreditam que é uma dívida de sofrimento, outros acreditam ser uma expressão de cunho religioso. Mas, na verdade, essa palavra que vem do sânscrito expressa uma lei mecânica: a lei de causa e efeito. A incompreensão dessa lei ou fenômeno da vida, pode tornar as coisas bem mais difíceis do que realmente são. Tudo tem um por quê: nem uma simples folha cai da árvore por acaso. Se um convidado bateu na sua porta é porque você convidou, ou seja, se uma determinada situação aconteceu na sua vida, é porque você chamou. Cada situação é como um convidado para quem você enviou o convite de uma festa. Às vezes você se esquece disso e o convidado te pega desprevenido. Isso causa desconforto, mas não adianta se revoltar ou fugir; é preciso aceitar porque, se você resiste, cedo ou tarde, o convidado volta a bater na sua porta. Não importa qual a situação (um assalto, uma discussão ou uma traição), você não é uma vítima indefesa – tudo que acontece ao seu redor foi atraído por você. Não reconhecendo isso, você pode desperdiçar a vida culpando o outro. Você está diante de um profundo aprendizado pelo qual todos nós temos que passar: a aceitação. Está tudo certo. Se você acha que tem alguma coisa errada é porque ainda não compreendeu o recado. Muitas vezes, não é preciso compreender intelectualmente, porque certos sofrimentos simplesmente agem como um fogo de purificação karmica, e não é possível compreender dessa forma. Mas, compreenda que o karma não é uma dívida de sofrimento, mas sim uma dívida de aprendizado. O sofrimento acontece quando não é possível absorver o aprendizado que a situação está trazendo. Portanto, esteja onde estiver, aprenda o que tem que ser aprendido. Você somente será convidado a mudar de lugar quando aprender a lição. Quando você aprende, o karma desaparece.

Sri Prem Baba

domingo, 8 de outubro de 2017

REIKI - Mãos de Cura, Agentes do Amor de Deus



Precisamos entender que nós , praticantes de REIKI e de outras Práticas de Tratamentos Terapêuticos , através da condução da energia disponível em nosso universo ,somos um instrumento que foi habilitado a servir. 
Como exemplo , um cutelo que precisa ser afiado para , ao agir com pressão sobre uma carne ou osso , praticar o corte. 
Ou seja , temos que entender que não curamos e não somos milagreiros. 
Necessário estudo e treinamento pratico.
Somos sim , quando preparados moralmente e bem treinados , manipuladores/condutores , da energia de cura que o Universo nos fornece. 
Isso parece forte , mas precisa ser explicado , para que não nos coloquemos em posição de vanguarda, acima de todos. 
Sejamos humildes , agindo com o coração a frente e todas as situações serão favoráveis quando de nossas aplicações. 
Somos para Deus , um instrumento de seu amor para com o próximo. 
Gratidão.!!
Muita Paz e Luz a todos!!

Compartilhado de: Ricardo Recomeço - Reiki Mikao Usui em Portugues


Dependência Química, desajustes da alma.



Nos últimos tempos, a sociedade brasileira de um modo geral vem sendo atormentada pelo fantasma da dependência química. Infelizmente, o assunto é destaque nos veículos de comunicação em todo o país.
Em todas as cidades, em maior ou menor grau, é possível encontrar dependentes químicos padecendo pelo vício nas ruas, praças e becos. São pessoas de variadas classes sociais, níveis de formação e faixa etária. A dependência química não é seletiva, ao contrário, é epidêmica.
O número de usuários de substâncias tóxicas é crescente e chega a índices preocupantes. Estima-se que no Brasil cerca de 9 milhões de pessoas fazem uso de substâncias ilícitas e, se mencionarmos os etilistas e tabagistas, devemos acrescentar às estatísticas mais 9 milhões de pessoas. A impressão que temos é que a situação fugiu do controle.
O problema do uso de substâncias tóxicas é semelhante a um câncer de alta malignidade. Espalha-se rapidamente e gera outras temidas consequências, como homicídios, furtos, roubos e outras modalidades do crime, no qual dezenas de pessoas todos os dias perdem a guerra para o tráfico de drogas e são vitimadas covardemente. Enquanto famílias inteiras são destruídas, traficantes se enriquecem à custa do sofrimento alheio.
O que é dependência química?
A dependência química ou síndrome da dependência é definida pela ciência como a perda do controle do organismo sobre o uso de substâncias químicas (drogas ilícitas, etilismo, tabagismo, medicações), ou seja, o corpo passa a depender dessas substâncias para realizar suas funções. Na ausência delas, manifesta sintomas conhecidos como síndrome de abstinência.
É uma doença crônica de ação rápida e difícil controle, que pode levar o indivíduo à morte. Hoje é considerado um problema de saúde pública.
O conceito de “Droga”
As drogas são substâncias tóxicas de origem natural ou sintética, de efeitos nocivos para o organismo. Podem ser ingeridas, inaladas, injetadas ou absorvidas pela pele e têm ação específica no cérebro, estimulando as áreas responsáveis pelo prazer, o que provoca uma ligeira sensação de bem-estar. Para sustentar esse falso prazer, o usuário necessita de doses cada vez maiores, com isso viciando o corpo físico e o Espírito.
Essas substâncias podem causar atrofia no tecido cerebral, resultando em déficit de aprendizagem, distúrbios cognitivos, demência e esquizofrenia.
Causas da dependência química
Diversos fatores são apontados pela ciência como causas da dependência química. Os principais estudos apontam para as questões psicológicas, sociais, congênitas (mães usuárias transmitem o vício para os filhos ainda na gestação) e genéticas. Cientificamente, não há uma resposta definitiva para a causa da dependência química nas pessoas.
A explicação do Espiritismo
Segundo Joanna de Ângelis, o indivíduo deve ser analisado de forma holística. A organização do ser compreende Espírito, corpo e mente, considerando a imortalidade da alma e a pluralidade das existências. Através dessas considerações, pode-se compreender que as origens de várias patologias físicas e psicológicas estão relacionadas à enfermidade do Espírito, adquirida outrora ou fruto da imaturidade e de seu grau de adiantamento ainda limitado.
De maneira geral, deve-se observar a busca incessante pela compreensão do “eu”; as consequências dos próprios atos, as quais resultam em problemas aparentemente infindáveis para o ser humano; as inquietudes do Espírito atormentado pela consciência culpada; a preocupação excessiva com o corpo físico e a negação do Espírito; o imediatismo existencial e a falta de confiança no Criador. Quando não há entendimento para essas questões, o ser humano pode mergulhar em uma crise existencial, caracterizada pelo vazio, a solidão e graves conflitos psicológicos que levam à depressão e a outros transtornos comportamentais, que acabam por induzir esses Espíritos menos preparados a buscar um refúgio nas substâncias entorpecentes.
Diz Joanna de Ângelis, em “Psicologia da Gratidão”: “Nessa busca de realização pessoal, base de sustentação para uma existência feliz, surge o desafio do significado existencial, no momento em que a sociedade experimenta a pandemia psicopatológica das vidas vazias”.
Por outro lado, durante a jornada evolutiva, o Espírito imperfeito é convidado a se despir das tendências viciosas adquiridas ao longo de existências pregressas. Essas intenções negativas podem permanecer gravadas no perispírito por um longo tempo, o que acaba sendo exteriorizado para a matéria, explicando dessa forma a predisposição genética para o desenvolvimento da dependência química em alguns indivíduos. Um Espírito que teve contato com substâncias químicas em existências anteriores pode, por exemplo, apresentar uma probabilidade maior de desenvolver a doença na reencarnação subsequente.

Fonte: André Luiz Alves Jr.


Compartilhado de: Carlos Alberto Aragão

sábado, 30 de setembro de 2017

Oração do Amor Próprio




"Com carinho eu me cuido e me amparo a cada passo, a cada queda. Sei que minha força se refaz no meu tempo e nele meu coração celebra. Que eu não me critique ou me culpe, drenando assim minha própria energia. Que eu saiba respeitar o meu tempo de florescer a cada dor, que eu possa também me permitir a alegria. Que antes de cuidar do outro, eu olhe para a minha vida, regue o meu jardim para que a doação não me deixe um buraco e eu me sinta depois dolorida. Que eu não abandone a mim mesma, esperando que alguém venha me salvar, ao invés disso que eu saiba me olhar com amor e me curar. Que eu saiba primeiro me encontrar antes de me doar. Que eu possa respeitar os meus próprios limites e aprender a dizer não quando essa é a minha real vontade e direção. Nos erros que cometo, que eu possa me olhar com todo amor e compaixão, pois sei que faço e dou o meu melhor, que eu aprecie a auto gratidão. Em cada Alegria celebro a grandeza de ser quem sou, sem querer ser uma imagem que pintaram de mim, esse tempo acabou. Com carinho eu me curo e me amparo a cada passo, a cada queda. Sei que minha força se refaz no meu tempo e nele meu coração celebra."

Namastê!!!

Compartilhado do Grupo de Instituto de Reiki Tradicional de Campinas- (Elizete)

As cores no antigo Egito




O ser humano nasceu rodeado de cores e começou a usá-las intuitivamente. No antigo Egito a Medicina também empregou as cores como recursos terapêuticos, fazendo analogias entre as características dos sintomas ou das doenças e as cores através de substâncias como plantas e pedras preciosas e semipreciosas.
A utilização das plantas era feita por folhas, flores ou raízes, em forma de infusões, chás, emplastros ou cataplasmas, triturados com mel ou óleos aromáticos, aplicados em curativos locais.

Usavam as pedras preciosas ou semipreciosas para confeccionar amuletos, adereços e jóias, as quais além de atuarem pela ação da cor, exerciam sua influência benéfica pelas fórmulas mágicas que traziam gravadas.
No tratamento da icterícia, que se caracteriza pelo aumento de bilirrubina no sangue, com deposição desse pigmento na pele e mucosa, apresentando a coloração amarelada, era usada a cor amarela para terapia, através de flores e pedras preciosas, conforme os procedimentos já mencionados.

No caso de hemorragia, evidenciada pelo derramamento de sangue, onde se observa a sua cor vermelha, bem como de doenças cardiovasculares, utilizavam como tratamento a cor vermelha em flores e pedras preciosas.
A cianose, que provoca uma coloração azul-arroxeada na pele, é resultante de oxigenação insuficiente do sangue e se manifesta em doenças pulmonares crônicas, como fibrose e enfisema pulmonar, e também nas doenças cardíacas, como cardiopatias congênitas ou graves, como as lesões do septo cardíaco. Essa doença era tratada com flores e pedras preciosas de cor azul.

Todas essas práticas baseadas na utilização das cores como terapia médica levavam em consideração a analogia entre a cor com a qual se manifestava o sintoma ou a doença e a cor usada para a cura. Os médicos egípcios acreditavam na ação neutralizante das cores a tal ponto que irradiavam, de maneira localizada, a coloração idêntica pela qual se apresentava determinada patologia.
Muitos templos no antigo Egito possuíam as Hat Ankh ou Castelos da Vida, ou ainda Sanatórios de Cura, que eram construídos em pedra ou em tijolos, onde os sacerdotes-médicos faziam os tratamentos de hidroterapia, sonoterapia, hipnose e a cromoterapia pelo uso de flores e pedras preciosas.
Esses procedimentos eram rigorosamente supervisionados pelos sacerdotes especializados, iniciados nos mistérios da magia e profundos conhecedores dessas ervas e pedras curativas.

As substâncias mais empregadas nos tratamentos de cura eram: estramônio, beladona (usada como antiespasmódico e como estimulante cardíaco e respiratório), meimendro, de onde se extrai os alcalóides hiocinamina e escopolamina, o ópio (suco da Papoula), cujos alcalóides são a morfina e o láudano, com efeitos anestésico, alucinógeno e narcótico. Conheciam o poder anestésico das sementes da flor-de-lótus e da papoula que, após serem torradas e moídas, eram colocadas sobre feridas. E também usavam a famosa mandrágora.
O Templo de Kom Ombo parece ser o único que ainda conserva as Hat Ankh, que podem ser vistas na parte final do mesmo, em número de sete.

Também no templo de Esna existe uma invocação ao Deus Knum, gravada nas colunas da sala hipóstila, que comprova terem existido as Hat Ankh:
“Como é bela a tua face quando estás na Hat Ankh curando os doentes e libertando do mal aqueles que te procuram.”
A maioria dessas construções Hat Ankh, que se situavam atrás do Templo, não existem mais, pois foram destruídas pelo tempo. O Templo de Dendera mantém vestígios dessas instalações e suas ruínas podem ser observadas do terraço do templo principal, conforme estudos do pesquisador Daumas, em 1957, que confirmou sua destinação como sanatórios de cura.
Essas Hat Ankh egípcias foram as precursoras dos sanatórios de cura - Asclépias - que os gregos iriam fundar em seus bosques sagrados, séculos mais tarde.

Segundo o Prof. Reuben Amber, autor do livro “Cromoterapia - A Cura Através das Cores", o Egito foi o país pioneiro no uso da Cromoterapia. Relata ele que arqueólogos encontraram em alguns templos egípcios evidências de pequenas salas construídas com uma abertura no teto de modo a permitir a entrada do Sol, onde os pacientes recebiam o tratamento.
Relata esse professor que os egípcios também utilizavam a água solarizada como remédio.
Tempos depois, é provável que o vidro colorido tenha sido usado em terapias assim como eram utilizadas as pedras preciosas e semipreciosas.
Sabe-se que o vidrado era conhecido no Egito desde o Antigo império e que a primeira fábrica de vidro foi instalada em meados da XVIII Dinastia, chegando a fabricar o vidro translúcido colorido.
Foi encontrada entre as ruínas da cidade de Akhetaton uma fábrica de vidro e diversos objetos de vidro trabalhado, entre eles o peixe colorido que se encontra no Museu de Londres, a taça de vidro amarelo que está no Museu de N.York, e a ânfora azul que se encontra no Museu do Cairo.

:: Principais cores usadas no Antigo Egito

O AZUL simbolizava o céu e as águas do rio Nilo. O ANIL representava o céu à noite. Observa-se no teto de tumbas e templos o céu pintado de anil com estrelas em amarelo-ouro.
Pedras - turquesa e lápis-lazúli.

O VERDE é representado pelo papiro, que significa o verdor vegetal e a juventude. O papiro é o símbolo do baixo Egito - Norte.
Os egípcios associavam o verde ao ciclo da planta e também à vida do homem, dizendo: “A árvore perde suas folhas no outono, parece morta no inverno, renasce na primavera, desabrocha no verão, tornando-se a imagem da ressurreição e da regeneração. Osiris é o símbolo deste renascimento, chamado Osiris verdejante”.
Pedras - malaquita e esmeralda.

O AMARELO-OURO (DOURADO) simboliza a cor do Sol. É a cor que diviniza. O ouro era considerado a carne dos imortais, representada em estátuas e jóias..
Pedra - jaspe amarelo.

O VERMELHO é o símbolo da vida, pois é a cor que o Sol toma no nascente e no poente. Existe um papiro com a representação de dois leões com o hieróglifo do horizonte - akhit - que tem o Sol, em vermelho, entre duas montanhas com a cruz Ank, que é o símbolo da vida, mostrando que o ciclo da vida do homem é semelhante ao do Sol, que percorre o seu curso eternamente.
Pedras - cornalina e grés vermelha.
Jóia em ouro com diversas pedras preciosas, salientando-se o Sol em Cornalina (vermelho) e o escaravelho em Lápis-lazúli (azul). 
Além dessas cores, os egípcios também usavam as tonalidades:
Branco - Manifesta a pureza. Os egípcios se vestiam sempre de branco.
Negro - Representa as transformações eternas ou as transmutações.
Concluindo, pode-se dizer que a Cromoterapia teve origem no antigo Egito há aproximadamente 2800 anos a.C., iniciando com o uso terapêutico de flores, pedras preciosas e semipreciosas de diversas cores, conforme a sua semelhança com as características apresentadas pelas doenças.

Posteriormente, com a fabricação do vidro colorido translúcido, e com as pesquisas médicas sobre a função das cores na recuperação de pacientes, a Cromoterapia foi adotada internacionalmente, com sucesso.

Compartilhado de: Carlos Alberto Aragão
Fonte: Chandra Shamelah Gipsye

Alzheimer e seus aspectos espirituais




É Possível Evitar

Por Dr. Américo Marques Canhoto.
Américo Marques Canhoto, médico especialista, casado, pai de quatro filhos. Nasceu em Castelo de Mação, Santarém, Portugal. Médico da família desde 1978. Atualmente, atende em São Bernardo do Campo e São José do Rio Preto - Estado de São Paulo - BR. Conheceu o Espiritismo em 1988. Recebia pacientes que se diziam indicados por um médico: Dr. Eduardo Monteiro. Procurando por este colega de profissão, descobriu que esse médico era um espírito, que lhe informou: Alzheimer acima de tudo é uma moléstia que reflete o isolamento do espírito.
Queremos dividir com os leitores um pouco de algumas das observações pessoais a respeito dessa moléstia, fundamentadas em casos de consultório e na vida familiar dois casos na família. Achamos importante também analisar o problema dos 'cuidadores' do doente.
Além de trazer à discussão o problema da precocidade com que as coisas acontecem no momento atual. Se tudo está mais precoce, o que impede de doenças com possibilidade de surgirem lá pelos 65 anos de idade apareçam lá pela casa dos 50 ou até antes?
Alerta
- É incalculável o número de pessoas de todas as idades (até crianças) que já apresentam alterações de memória recente e de déficit de atenção (primeira fase da doença de Alzheimer). Lógico que os motivos são o estilo de vida atual, estresse crônico, distúrbios do sono, medicamentos, estimulantes como a cafeína e outros etc. Mas, quem garante que nosso estilo de vida vai mudar?
Então, quanto tempo o organismo suportará antes de começar a degenerar?

É possível que em breve tenhamos jovens com Alzheimer?!?

*Alguns traços de personalidade das pessoas portadoras de Alzheimer *

a) Costumam ser muito focadas em si mesmas.
b) Vivem em função das suas necessidades e das pessoas com as quais criam um processo de co -dependência e até de simbiose.
c) Seus objetivos de vida são limitados (em se tratando de evolução).
d) São de poucos amigos.
e) Gostam de viver isoladas.
f) Não ousam mudar.
g) Conservadoras até o limite.
h) Sua dieta é sempre a mesma.
i) Criam para si uma rotina de 'ratinho de laboratório'.
j) São muito metódicas.
k) Costumam apresentar pensamentos circulares e ideias repetitivas bem antes da doença se caracterizar.
l) Cultivam manias e desenvolvem TOC (Transtorno Obsessivo Compulsivo) com frequência.
m) Teimosas, desconfiadas, não gostam de pensar.
n) Leitura os enfastia.
o) Não são chegadas em ajudar o próximo.
p) Avessas á prática de atividades físicas.
q) Facilmente entram em depressão.
r) Agressivas contidas.
s) Lidam mal com as frustrações que sempre tentam camuflar.
t) Não se engajam.
u) Apresentam distúrbios da sexualidade como impotência precoce e frigidez.
v) Bloqueadas na afetividade e na sexualidade. Algumas têm dificuldades em manifestar carinho, para elas um abraço, um beijo, um afago requer um esforço sobre -humano.

Gatilhos que costumam desencadear o processo

-Na atualidade, a parcela da população que corre mais risco são os que se aposentam especialmente os que se aposentam cedo e não criam objetivos de vida de troca interativa em sequência. Isolam-se. Adoram TV porque não os obriga a raciocinar, pois não gostam de pensar para não precisar fazer escolhas ou mudanças.
Avarentos de afeto e carentes de trocas afetivas quando não podem vampirizar os parentes, deprimem-se escancarando as portas para a degeneração fisiológica e principalmente para os processos obsessivos. Nessa situação degeneram com incrível rapidez, de uma hora para outra.

Alzheimer e mediunidade

No decorrer do processo os laços fluídicos ficam tão flexíveis que eles falam com pessoas que não enxergamos nem sentimos. Chegam a transmitir o que dizem os desencarnados ou são usados de forma direta para comunicações.
Esta condição fluídica permite que acessem com facilidade ao filme das vidas passadas (bem mais a última) - muitas vezes nesses momentos, nos nomeiam e nos tratam como se fossemos outras pessoas que viveram com eles na última existência e nos relatam o que 'fizemos' juntos, caso tenhamos vivido próximos na última existência.
Vale aqui uma ressalva, esse fato ocorre em muitos doentes terminais e em algumas pessoas durante processos febris.
Obsessão
É bem comum que a doença insidiosamente se instale através de um processo arquitetado por obsessores, pois os que costumam apresentar essa doença não são muito adeptos da ajuda ao próximo e do amor incondicional; daí ficam vulneráveis às vinganças e retaliações. É raro que bons tarefeiros a serviço do Cristo transformem-se em Alzheimer. Mas, quem é ou quais são os alvos do processo obsessivo? O doente ou a família?
Alzheimer - o umbral para os ainda encarnados
O medo de dormir reflete, dentre outras coisas, as companhias espirituais nada agradáveis. Os 'cuidadores' desses pacientes tem mil histórias a contar e muitos depoimentos a fazer.. Esse assunto merece muitos comentários.
O que é possível aprender com o cuidador?
Paciência, tolerância, aceitação, dedicação incondicional ao próximo, desprendimento, humildade, inteligência, capacidade de decidir por si e pelo outro. Amor.
*O problema da obsessão *
Quem obsidia quem?
Cuidador e doente são antigos obsessores um do outro - não é preciso recuar muito no tempo, pois mesmo nesta existência, com um pouco de honestidade dá para analisar o processo em andamento; na dúvida basta analisar as relações familiares, como as coisas ocorreram.
*Não foi possível? - não importa; basta que hoje, no decorrer do processo da doença, avaliemos o que nos diz o doente nas suas 'crises de mediunidade'
você fez isso ou aquilo, agora vai ver! preste muita atenção em tudo que o doente diz, pois aí, pode estar a chave para entendermos a relação entre o passado e o presente.

A dieta influencia

Os portadores da doença costumam ter hábitos de alimentação sem muita variação centrada em carboidratos e alimentos industrializados. Descuidam-se no uso de frutas, verduras e legumes frescos, além de alimentos ricos em ômega 3 e ômega 6
*Devem consumir mais peixe e gorduras de origem vegetal (castanha do Pará, nozes, coco, azeite de oliva extra virgem, óleo de semente de gergelim). *
Estudos recentes mostram que até os processos depressivos podem ser atenuados ou evitados pela mudança de dieta.
Doença silenciosa?
Nem tanto, pois avisos é que não faltam, desde a infância analisando e estudando as características da criança, é possível diagnosticar boa parte dos problemas que se apresentarão para serem resolvidos durante a atual existência.

Remédios resolvem?

Ajudar até que ajudam; mas resolver é impossível, ilógico e cruel se, possível fosse - pois, nem todos tem acesso a todos os recursos ao mesmo tempo.
Remédios usados sem a contrapartida da reforma no pensar, sentir e agir podem causar terríveis problemas de atraso evolutivo individual e coletivo; pois apenas abrandam os efeitos sem mexer nas causas. Tapam o sol com a peneira.
Remédios previnem?
Claro que não! - apenas adiam o inexorável. Quanto a isso, até os cientistas mais agnósticos concordam. Um dos mais eficazes remédios já inventados foram os grupos de apoio à terceira idade.
A convivência saudável e as atividades que possam ser feitas em grupo geram um fluxo de energia curativa. A doença de Alzheimer acima de tudo é uma moléstia que reflete o isolamento do espírito que se torna solitário por opção. O interesse pelos amigos é um bom remédio.

Qual a vacina?

É estudar as características de personalidade, caráter e comportamento dos que a vivenciam, para que não as repitamos. *A melhor e mais eficiente delas é o estudo, o desenvolvimento da inteligência, da criatividade e a prática da caridade. *

*Quer evitar tornar-se um Alzheimer? *
Torne sua vida produtiva, pratique sem cessar o perdão e a Caridade com muito esforço e inteligência. Muito mais há para ser analisado e discutido sobre este problema evolutivo que promete nos visitar cada dia mais precocemente...
Esperamos que esta pequena lição que o Dr.Américo nos proporcionou em sua palestra nos sirva para podermos ajudar pessoas com este mal.






7 características que apenas pessoas realmente sábias possuem





1- Pessoas sábias pedem desculpas
Pessoas sábias sabem que tudo que acontece no mundo está em constante transformação, inclusive suas verdades. Elas reconhecem que erram mais do que acertam e, por isso, são humildes ao pedir desculpas.
Quanto maior a sabedoria, maior a responsabilidade pelo entorno.

2- Pessoas sábias nunca humilham
Você não verá uma pessoa sábia humilhando alguém que errou, mesmo que esse erro tenha sido grave, porque a sabedoria reside na necessidade da aprendizagem, reparação e continuidade, mas nunca na destruição.

3- Pessoas sábias não são egoístas
Justamente por ter a clara percepção de que não são seres isolados, e sim parte de um todo muito maior e mais complexo, o sábio entende a complementariedade dos seres. Isso gera nele um profundo respeito e admiração. Afinal, quem é capaz de direcionar um sincero olhar aquele que está ao seu lado não será capaz de lhe negar a mão.

4- Pessoas sábias percebem as sutilezas presentes no ambiente onde estão, pois aprenderam que a sabedoria de sua intuição pode ser tão poderosa quanto o que aprenderam nos livros.
Ser sábio é não engessar o conhecimento e permanecer aberto para novas aprendizagens, sejam elas intelectuais ou físicas. Ter boa memória não é ser inteligente. Ser um gênio matemático não é sinônimo de ser sábio. Ter capacidade de driblar o outro usando de um tom de voz mais alto ou de uma boa argumentação está longe de ser sabedoria. A sabedoria reside na capacidade de analisar o que acontece, do sinal mais simples a teoria mais complexa e fazer algo útil e que gere uma melhora para o todo, não apenas para afirmar o seu ego. Não se é sábio pela faculdade que cursou ou pelos livros que leu. Ostentar títulos e jargões costuma, ao contrário de sabedoria, ser disfarce de inseguranças.

4a- Pessoas sábias crescem nos momentos de crise
A cada erro uma nova oportunidade de fazer diferente e aprender. O sábio entende suas limitações, sente, sofre e chora como todos nós, mas tenta mais uma vez. Sabedoria também é a persistência de continuar onde muitos desistiram

5- São pessoas dispostas a ajudar
A sabedoria caminha ao lado da gentileza, da alteridade e do altruismo. Entretanto, ao contrário do que pode parecer, o sábio sabe identificar os limites de sua doação pessoal para que não se torne ausente de si.

6- Pessoas sábias são tolerantes
Raça, credo, sexualidade, religião. Ser sábio é transitar por diferentes meios, observar seus costumes, compreender mais e julgar menos.

7- O sábio não se considera um sábio, mas pode carregar em si o peso da solidão pelo excesso de consciência.
Talvez haja em todo sábio algo de solidão. Ora a solidão “solitude” que permite a reflexão, a meditação e o estudo. Ora, entretanto, a solidão do excesso de consciência do mundo e de tudo o que nele acontece. Há algo de tristeza na sabedoria do sábio. Talvez seja a tristeza carregada pela memória ancestral dos erros da humanidade que custa tanto a aprender que a sabedoria não mora perto e nem ao lado, mas sim, junto do amor.

Sabedoria é amor genuíno: amor por si, pelo outro, pela natureza.

Todas as imagens: Gajus/shutterstock



Blogueira e empresária. Após trabalhar anos como psicóloga, abandonou o serviço público para manter seus valores pessoais. Hoje, conjuntamente com sua equipe, trabalha prioritariamente na internet na administração de redes sociais e sites como CONTI outra, A Soma de Todos os Afetos e Psicologias do Brasil, além de várias outras fan pages que totalizam cerca de 10 milhões de usuários. Também escreve para as Revistas Contemporânea Brasil e Caminhos. É um exemplo de pessoa que mudou de profissão para reconstruir seu próprio caminho. Apaixonada por cinema e literatura. Acredita que a universidade deve ser um degrau construtor de conhecimento e senso crítico, mas nunca a definidora de uma vida.





sábado, 19 de agosto de 2017

Short Meditation Music - Relax/Calming


video

Natureza




video

“A natureza criou o tapete sem fim que recobre a superfície da terra. Dentro da pelagem desse tapete vivem todos os animais, respeitosamente. Nenhum o estraga, nenhum o rói, exceto o homem.” 

Monteiro Lobato

sábado, 29 de julho de 2017

Rigidez Mental - Quando sua forma de pensar te impede de crescer




Por Tales Luciano Duarte

Albert Einstein disse que “a mente que se abre a uma nova ideia nunca retorna ao seu tamanho original.” No entanto, abrir a mente é um exercício complicado, muito mais do que gostaríamos de admitir.
Na verdade, já começamos a construir a rigidez mental a partir do nascimento. Cada aprendizagem abre novas portas, mas também fecha outras.
À medida que crescemos e formamos nossa própria imagem do mundo, já estamos cheios de estereótipos, preconceitos e crenças que são muito difíceis de remover. No entanto, a rigidez mental não se refere apenas às ideias, mas, acima de tudo, a maneira de pensar.

A rigidez mental nos torna prisioneiros, pois diminui nossa capacidade de adaptação, criatividade, espontaneidade e positividade. Nos prendemos a velhos padrões que nos impedem de crescer intelectualmente e emocionalmente.
Na verdade, as pessoas rígidas mentalmente são aquelas que:
– Pensam que só há um “modo adequado” de fazer as coisas.
– Assumem que a sua perspectiva é a única correta e que o resto das pessoas está errado.
– Não estão abertas à mudança porque isso as assusta.
– Se apegam ao passado e recusam se mover.

Mas, se há alguma coisa que caracteriza pessoas com rigidez mental, é o desejo de ter razão a todo custo. Elas não percebem que este desejo é extremamente prejudicial porque a possibilidade de estarem erradas e cometerem erros é, justamente, a principal ferramenta de aprendizado e crescimento.

o_grande_ditador_01_edit_3_grande

Nós não podemos crescer, não podemos realmente assimilar novos conhecimentos, seja a nível intelectual ou emocional, se não nos dermos conta de que o que sabemos ou cremos pode estar errado ou, pelo menos, ser insuficiente.
Na verdade, uma das principais características das pessoas que têm uma certa flexibilidade mental é serem capazes de perceber que decisões erradas não são “más decisões”, e sim que qualquer decisão é boa se for seguida por uma outra decisão: a de vermos o lado positivo disso.

Flexibilidade mental é justamente saber que qualquer decisão que tomamos, sempre abre diante de nós um mundo de possibilidades.
Portanto, a flexibilidade mental consiste em estarmos dispostos a aceitar a possibilidade de equivocar-nos, não ter medo dos erros e tentar entender e abraçar as coisas novas ou pontos de vista diferentes dos nossos.

A Rigidez Mental como resistência inconsciente
rigidez_mental1

A pessoa que desenvolve uma maneira muito rígida de pensar, de certa forma, está se protegendo. De fato, a rigidez mental pode também ser entendida como uma resistência psicológica. Em certo ponto, pois quando uma ideia vai contra ao que se pensa, a pessoa experimenta uma sensação estranha que lhe confunde, paralisa e faz com que se feche às razões.
Assim, muitas pessoas simplesmente rejeitam o argumento, sem analisar. No entanto, a boa notícia é que, quando isso acontece, é porque algo no seu interior se dá conta que há um problema, algo precisa ser resolvido, embora o processo seja doloroso.
De fato, em muitos casos, perceber que algo que você acreditava cegamente por anos não é verdade, ou pelo menos não é toda a verdade, pode causar uma dor enorme que pode dar lugar a uma crise existencial.

Como Abrir a Caixinha

A boa notícia é que a flexibilidade mental é uma habilidade que pode ser desenvolvida e aprendida.

1. Concentre-se em suas emoções.
Quando você está tentado a rejeitar completamente uma ideia, observe como você se sente. Se você se sentir desconfortável com o que você ouve, é provável que a rigidez em sua maneira de pensar esconda uma resistência inconsciente.
Pergunte a si mesmo de que tem medo. Se você responder honestamente, irá descobrir muitas coisas. Na verdade, quanto mais medo você perceber que sente, mais será capaz de iluminar essa resistência.

2. Alimente o desejo de crescer.
A curiosidade continua sendo uma das ferramentas mais poderosas que temos à nossa disposição para crescer como pessoas.
Em vez de aceitar as velhas ideias, pergunta-se: “Por quê?”. Se começar a se questionar sobre tudo que você sempre deu como certo, não só encontrará respostas novas como também descobrirá um novo mundo, muito mais vasto.

3. Desenvolva empatia.

Em muitos casos, você provavelmente não concordará com as ideias, as formas de pensar e atitudes dos outros. No entanto, em vez de rejeitá-los de imediato, tente se colocar no lugar deles para entender de onde vêm esse ponto de vista.
Se você rejeitar o que não sabe ou não gosta, você será a mesma pessoa de antes, mas se você tentar entender o outro, terá caminhado um passo além e crescerá.

4. Abrace os erros.

Ter certa flexibilidade mental significa não ter medo dos erros, significa estar disposto a aproveitar as novas oportunidades, mesmo que isso signifique se equivocar.
Trata-se de entender a vida como um contínuo aprendizado, onde cada erro não é um passo atrás, mas sim um passo a frente em nossa evolução, pois nos permite desfazermos velhos padrões já enraizados.

5. Não busque a verdade absoluta.

Toda vez que assumimos uma verdade como um fato imutável, significa que paramos de olhar nessa direção e, portanto, começamos a morrer um pouco todos os dias nessa área. Assim, é importante não se prender a uma única maneira de ver as coisas e manter uma mente aberta.

O mais importante para se livrar da rigidez mental é não buscar a verdade absoluta, simplesmente, porque ela não existe.

Compartilhado Portal Arco Iris 

Alciene Galindo




A essência do voo



"Para voar é preciso ter coragem para enfrentar o terror do vazio. Porque é só no vazio que o voo acontece. O vazio é o espaço da liberdade, a ausência de certezas.
Mas é isso o que tememos: o não ter certezas. Por isso trocamos o voo por gaiolas. As gaiolas são o lugar onde as certezas moram."

Rubem Alves

domingo, 16 de julho de 2017

Como falar com nosso DNA…



Despertar para a realidade! O que somos, de onde viemos, porque estamos aqui e para onde vamos?



Nosso DNA contem os segredos da imortalidade e do bem estar, dentro dele está a sabedoria não só dos nossos antepassados genéticos, do nosso passado, como também experiências de vidas futuras.
Foi-nos dito que ativaremos as dez fitas do DNA adormecido “lixo” que estão sobrepostos nas duas vertentes ativas do DNA, que atualmente funcionam, mas como poderemos ativar este DNA extra a fim de acessar a sabedoria necessária para seguirmos em frente?
O que é DNA?…
O DNA se encontra no núcleo de cada célula do nosso corpo, exceto nas células vermelhas do sangue, este transporta DNA apenas nas células brancas do sangue, porque as vermelhas não possuem núcleo. As instruções para o projeto do nosso corpo humano é replicado na íntegra em cada núcleo. Em essência, o nosso corpo é um grande holograma com cada célula contendo um padrão completo do DNA e cada célula contem a totalidade da nossa existência física.
Além de servir como um modelo, o DNA serve como um lugar para armazenar registros de experiências e sabedorias, também permite a comunicação com os aspectos mais profundos de nós mesmos.
Hoje, os cientistas estão conscientes de que temos dois filamentos entrelaçados ativos de DNA, que carregam os códigos para as nossas características e interações como seres humanos, dentro dessas duas vertentes se encontra a marca genética do nosso corpo físico de nossos pais, avós, e assim por diante.
Os outros filamentos de DNA foram rotulados como inativos pela ciência> Esse DNA misterioso é a porta mágica para um novo reino. A boa notícia é que as outras vertentes estão lentamente despertando e fundindo-se com as duas cadeias do nosso DNA, se expandindo à medida que aumentamos a nossa vibração em conjunto com o planeta.

O que afeta o nosso DNA?


A diminuição do campo magnético da Terra e o aumento da atividade Solar são fatores que farão com que as outras cadeias do DNA sejam “ativadas” ou fundidas com a nossa existência. A medida que a nossa vibração continua a aumentar, permitirá uma mudança na consciência com uma maior sabedoria do nosso DNA sendo acessível dentro do corpo físico.

Por que eu quero falar com o meu DNA?…


Cada célula do nosso DNA tem consciência de que está ligada ao EU superior, ele é a mente consciente da nossa alma, é a maior essência de quem somos como um ser espiritual. Somos um dedo de consciência da nossa alma, enviados para baixo nas dimensões inferiores, mas a nossa alma é muito grande para se manifestar na baixa densidade da terceira dimensão.
Como nosso universo, galáxia, e planeta estão se expandindo, isto vai possibilitar nos expandirmos também, permitindo mais acesso as nossas partículas da alma que estamos escolhendo trazê-las a esta realidade, para viver em um corpo humano.
Fazendo isso devemos mudar de uma estrutura de carbono para uma de densidade mais leve.
Resultado de imagem Ao nos comunicarmos com o nosso DNA, podemos realizar muitas coisas, incluindo:
Ascensão: Quando expandimos cada célula do nosso corpo com a luz, nós nos tornamos seres com base cristalina, vibrando em uma frequência maior de amor onde não podemos sofrer a interferência de seres vibracionais inferiores.
A manifestação disso em nossa realidade, pode ser alcançada ao verbalmente desejarmos que se manifeste em nossa realidade.
Como nossos corpos são hologramas, só precisamos falar com uma das células do nosso corpo, a fim de nos comunicar com todas as células, pois elas estão interligadas e funcionam como um ser completo. Elas são o modelo do que a humanidade está se esforçando ser, como um macrocosmo.
No entanto, é possível falar com células de um órgão específico, como o rim ou o fígado. Se você quiser enviar a cura especificamente para essas células, elas irão enviar uma espécie de cura para todas as outras células do corpo.

Como falar com o seu DNA…



A comunicação com o seu DNA não é um processo difícil e pode ser tão pessoal e único como você gostaria que fosse. Você pode tentar métodos diferentes e escolher o que sentir que seja o melhor para o seu corpo.
A fim de obter as maiores intenções é uma boa ideia criar um ritual em miniatura antes de começar a se comunicar com o seu corpo pela primeira vez.Se você estiver fazendo isto dentro de casa, deve incluir a definição da energia na sala para sentir-se confortável, ou se prefere fazer isto fora, a natureza pode fornecer a força vital necessária, que servirá como uma ponte entre você e seu EU superior através de suas células.
Depois de fazer o contato inicial com uma célula ou células no seu corpo, você pode simplesmente ter esse momento de conversa em qualquer momento que quiser, onde você estiver. Conversar com as suas células é uma mistura entre meditação e oração.
O seguinte é um exemplo de como você pode conversar com seu DNA:
Encontre uma posição confortável que funciona para você, pode sentar-se em posição de lótus, deitar, sentar em uma cadeira confortável, no sofá, ou mesmo sentar-se em uma banheira quente.
Feche os olhos e relaxe.
Faça algumas respirações lentas e profundas na área do seu diafragma, coloque sua atenção e consciência em seu chacra cardíaco, faça outra respiração profunda enquanto você se concentra na energia do seu centro cardíaco. A imaginação segue um longo caminho quando se pretende meditar no interior, e o que você está fazendo em seu centro cardíaco é colocar você mesmo na mais alta vibração de seu corpo, que é o amor.
Em seguida, pense em uma parte do seu corpo, escolha a primeira parte que vier à sua mente, não adivinhe a sua primeira resposta intuitiva.
Dentro dessa parte do seu corpo, concentre o seu foco agora em uma parte menor do seu corpo. Em seguida, vá mais e mais para dentro do seu corpo, mais e mais profundamente até que você trave o foco em uma célula do seu corpo.
Fale suavemente com a sua célula e deixe-a saber que você está feliz em fazer contato com ela, deixe-a saber as suas intenções, isto pode ser a cura, tenha uma conversa com a intenção de que sua célula se encherá de luz no processo de ascensão. Seja qual for a sua razão para o contato, sua célula ficará em êxtase, porque você finalmente percebeu que pode se comunicar com ela. Conforme você praticar a comunhão com as suas próprias células, você poderá pausar e ouvir uma resposta. É importante prestar atenção na primeira coisa que vier à sua mente, muitas vezes temos a tendência de pensar que estamos apenas nos comunicando com a nossa própria imaginação, no entanto, estamos de fato em contato com uma parte de nós mesmos.

A meditação de comunicação é uma ótima maneira de conhecer as necessidades do seu corpo, uma vez que todas as células estão em comunicação umas com as outras.
Você pode pedir para uma célula, se há alguma outra célula que precisa de atenção, não se preocupe se você não receber qualquer resposta “verbalmente” ou mentalmente.
Muitas pessoas são capazes de sentir quando nossas células se comunicam conosco, algumas pessoas sentem calafrios para cima e para baixo do corpo em resposta a verdade.
Você pode perguntar sim ou não para a sua célula e esperar por uma resposta, onde sim poderia ser estabelecido como calafrios, e não seria a falta de calafrios.
O resultado final de falar com as suas células
Quando falamos com nossas células levamos amor para elas, o amor é a luz e como nós levamos luz, nós elevamos nossa vibração. A medida que expandimos nossas células para receber mais luz, criamos um ambiente para que mais luz se junte a nós.
Finalmente, todos nós seremos capazes de nos comunicar livremente com o nosso EU superior que está ligado a nossa alma, ela está ligada a nossa mônada que é simplesmente um dedo da consciência do nosso criador.
Isto nos dá uma nova definição do que significa “ir para dentro”, a fim de ter todas as respostas que desejamos. Nossas células estão todas ligadas umas as outras e elas ainda estão ligadas a toda a sabedoria que poderíamos precisar.
A partir do nosso EU superior a nossa alma tem acesso a todas as experiências de tudo o que já foi registrado nos registros akáshicos, a alma pode ou não ter acesso a certas coisas agora, mas à medida que aprendemos a manobrar a nossa consciência até a escada de ligação ao Criador, esta sabedoria é realmente nossa, assim como é do nosso Criador.

Quando curamos o nosso DNA ajudamos os outros também.


Antes da mudança para a Era de Aquário, a porta para esta sabedoria tinha sido fechada por aqueles que controlaram e dominaram a humanidade sobre a Terra durante cerca de 30.000 anos. Uma enorme quantidade de dissonância foi inserida em nosso DNA, de geração em geração e de vida para vida, porém quando limparmos essa dissonância no DNA do nosso corpo físico, limparemos toda a dissonância do sangue dos nossos antepassados também.
É uma lembrança bonita e emocionante de que algo mais está acontecendo conosco do que apenas a ascensão, estamos reescrevendo o passado e criando um novo futuro com uma consciência expandida como nenhuma outra.
Quando a primeira pessoa expandir a luz dentro de suas células por um tempo de potencial máximo, ainda existindo em um corpo físico, a porta estará aberta para esta pessoa mudar sua consciência para uma perspectiva de 5ª dimensão, pois uma vez que o corpo estará cheio de luz, não haverá preocupação em voltar ou regredir para uma vibração mais baixa, este é o propósito e a explicação do que entendemos pelo processo de ascensão.
A maior de nós já ascendeu antes em outras vidas, no entanto deixávamos os corpos físicos no passado e voltávamos a mover a nossa consciência em um novo corpo de luz. Neste processo atual, precisamos verdadeiramente “aprender-como-faz”. Nós temos muita ajuda de nossos guias, anjos, EU superior, e alma.
A partir do momento que a primeira pessoa no mundo se preparar completamente para a ascensão, ela fornecerá um modelo para os outros seguirem rapidamente, pois nossos corpos devem ser depurados das energias de baixa vibração e o espaço onde essas energias estavam deve ser preenchido com a luz, e quando a maioria das células forem preenchidas com a luz, estimulará o resto a irromperem com a luz.
Então, quanto mais as pessoas se prepararem, mudando sua consciência para uma dimensão superior, mais rápido poderemos mover partes maiores da consciência humana a uma dimensão superior.
Finalmente esta consciência se tornará UM novamente. O véu será levantado, o conhecimento será derramado, nos abençoando com sabedoria, e com essa sabedoria poderemos descobrir que há um número infinito de cadeias de DNA, em vez de apenas doze, já que a criação é infinita e nós somos microcosmo do macrocosmo.
A ativação das nossas cadeias de DNA trará uma clara conexão com nosso Eu superior que será a base para a Era de Ouro, então conversar com o nosso DNA é uma ferramenta poderosa da criação, que permite a manifestação dessa transformação em nossa realidade, estes são os segredos que foram escondidos de nós por muitos anos, o conhecimento traz a sabedoria e a sabedoria traz a paz.

Compartilhado de Elciene Galindo
Fonte: Origem: Na 5 ª Dimensão                                                                                                                                                                                Tradução: A Luz é Invencível                                                                                                                             http://despertardegaia.blogspot.com.br/